Caiu a máscara da classe dominante: nossas vidas não valem nada para ela



Quem deveria ter sido vacinado junto com os idosos e profissionais da Saúde eram todos os trabalhadores que continuaram a trabalhar presencialmente durante a pandemia.


Trabalhadores e trabalhadoras de vários setores que não pararam com o serviço presencial: transportes, supermercados, farmácias, oficinas, dentre outros. A lista é grande. A vacinação jamais deveria seguir apenas o critério etário.


A mídia cumpre seu papel de instrumento legitimado da classe dominante.


Agora os professores e professoras estão sendo também ameaçados, apesar de muitos docentes não terem entendido que são classe trabalhadora, agora a ficha desses começou a cair: a classe dominante brasileira nunca se importou com a massa de trabalhadores. Para essa classe dominante, herdeira da escravismo, trabalhadores e trabalhadoras são descartáveis, facilmente substituíveis.

Os docentes também são vistos assim, mão de obra barata, substituível, apesar de todo discurso abstrato em "defesa da educação".


A pandemia apenas desnudou o desprezo da classe dominante brasileira pela vida dos subalternos da classe trabalhadora.